[Lançamentos] Companhia das Letras (@cialetras)

Olá galera!

Confiram as novidades da Companhia das Letras e Companhia das Letrinhas.



A garota na teia de aranha – Millennium vol.4, David Lagercrantz, A genial e atormentada justiceira Lisbeth Salander está de volta. Mas por que Lisbeth, uma hacker fria e calculista que nunca dá um passo sem pesar as consequências, teria cometido um crime gravíssimo e ainda provocado de forma quase infantil um dos maiores especialistas em segurança dos Estados Unidos? Depois de finalmente se livrar da polícia sueca e de todas as acusações que pesavam sobre si, que motivo ela teria para se atirar em outro lamaceiro político? É o que se pergunta Mikael Blomkvist, principal repórter da explosiva revista Millennium, além de amigo e eventual amante de Lisbeth. Mas Blomkvist precisa lidar com seus próprios demônios: afundada numa crise sem precedentes, a revista foi comprada por um grupo que pretende modernizá-la. Nada mais repulsivo ao jornalista que prefere apurar e pesquisar suas histórias a ceder às demandas e ao ruído das redes sociais. Ainda assim, há tempos o repórter não emplaca um de seus furos, e por isso não hesita em sair no meio da madrugada para atender a um chamado que promete ser a grande história de sua carreira. Presos a uma teia de aranha mortífera, Lisbeth e Blomkvist terão mais uma vez que unir forças, agora contra uma perigosa conspiração internacional. Uma volta em grande estilo da dupla que mudou para sempre os romances de mistério e aventura.
Mônica é daltônica?, Mauricio de Souza, Nesta história, a primeira publicada na revista Mônica, em 1970, o Zé Luís – e não o Cebolinha, acredite se quiser -, inaugura a tradição dos planos mirabolantes para tentar acabar com as temidas coelhadas da dona da rua. E o Titi, o Cascão, o Cebolinha, junto com o líder do grupo, executam passo a passo o combinado, até que… Além de descobrir o fim da aventura, o leitor vai conhecer curiosidades sobre a turma e as ilustrações surpreendentes de Odilon Moraes, que reinterpreta um clássico de Mauricio de Sousa.

O pequeno príncipe, Antoine de Saint-Exupéry, Nesta edição, depois de ler a história do piloto que encontra um menino de cachos dourados no deserto do Saara, o leitor é convidado a fazer um mergulho na vida do autor e nos detalhes e curiosidades que envolvem a obra, em um posfácio recheado de fotos inéditas e informações imprescindíveis.
A queda do céu, Davi Kopenawa e Bruce Albert, A queda do céu foi escrito a partir de suas palavras contadas a um etnólogo com quem nutre uma longa amizade – foram mais de trinta anos de convivência entre os signatários e quarenta anos de contato entre Bruce Albert, o etnólogo-escritor, e o povo de Davi Kopenawa, o xamã-narrador. A vocação de xamã desde a primeira infância, fruto de um saber cosmológico adquirido graças ao uso de potentes alucinógenos, é o primeiro dos três pilares que estruturam este livro. O segundo é o relato do avanço dos brancos pela floresta e seu cortejo de epidemias, violência e destruição. Por fim, os autores trazem a odisseia do líder indígena para denunciar a destruição de seu povo. Recheada de visões xamânicas e meditações etnográficas sobre os brancos, esta obra não é apenas uma porta de entrada para um universo complexo e revelador. É uma ferramenta crítica poderosa para questionar a noção de progresso e desenvolvimento defendida por aqueles que os Yanomami – com intuição profética e precisão sociológica – chamam de “povo da mercadoria”.


O caso de Saint-Fiacre, Georges Simenon, O caso Saint-Fiacre é o décimo terceiro livro protagonizado por Jules Maigret, em que, finalmente, conhecemos seu passado. Ele é filho do administrador de um castelo ao sul de Paris, para onde volta pela primeira vez desde o enterro do pai. O motivo? Um bilhete anônimo: um crime seria cometido no local durante a missa de finados. Antes do fim do sermão, a condessa de Saint-Fiacre morre subitamente. Sua família está falindo. O filho é um aproveitador. O secretário, seu amante e possível herdeiro. Os atuais administradores do castelo, oportunistas em potencial. O padre, um omisso.
A entrega, Dennis Lehane, Bob é um bartender solitário e desiludido, que tenta encontrar razões para continuar vivo. Três dias depois do Natal, seu marasmo é interrompido por um latido abafado. Esse filhote de cachorro mudará para sempre a sua vida. Nessa mesma noite, ele conhece Nadia, uma garota sofrida que, como ele, busca algo em que acreditar. Unidos pelo desejo de resgatar o cachorro, Bob e Nadia estreitam seus laços. Quando as coisas parecem ter tomado rumo, eles se encontrarão em um jogo sujo, que envolve a máfia chechena, um assassino, dois trambiqueiros profissionais, um policial e o próprio dono do cachorro.


O diário de Guantánamo, de Mohamedou Ould Slahi, Desde 2002, Mohamedou Slahi está preso no campo de detenção da Baía de Guantánamo, em Cuba. No entanto, os Estados Unidos nunca o acusaram formalmente de um crime. Um juiz federal ordenou sua libertação em março de 2010, mas o governo americano resistiu à decisão e não há perspectiva de libertá-lo. Três anos depois de sua prisão, Slahi deu início a um diário em que conta sua vida antes de desaparecer sob a custódia americana, o processo interminável de interrogatório e seu cotidiano como prisioneiro em Guantánamo.
Outro silêncio – Haikais, de Alice Ruiz, Primavera, verão, outono e inverno: a sazonalidade é um dos elementos centrais na construção do haikai, que tem a natureza como foco; daí a divisão de Outro silêncio nas quatro estações do ano. A forma poética concisa, herdada da cultura japonesa, conquistou grandes autores como Millôr Fernandes e Paulo Leminski, que subverteram regras e inundaram os poemetos de malemolência. Alice Ruiz, experimentadora dessa tradição desde os anos 1980 e peça chave na difusão do haikai pelo Brasil, mostra aqui um trabalho maduro, que retoma a forma em sua essência, como era praticada nos tempos de Bashô. No silêncio e no despimento de si, emerge uma voz original e feminina, lírica e bem-humorada, sutil e sensual.


Um holograma para o rei, de Dave Eggers, Em uma próspera cidade da Arábia Saudita, longe da complicada realidade da recessão que assola os Estados Unidos, um empresário em apuros financeiros realiza uma última e desesperada tentativa de evitar a falência completa, pagar a caríssima faculdade da filha e, talvez, fazer algo de bom e surpreendente com sua vida. Em Um holograma para o rei, Dave Eggers nos conduz por uma viagem pelo outro lado do mundo e pela comovente e por vezes cômica jornada de um homem para manter a família unida e a vida nos eixos diante da crise que devasta todos como uma tempestade.
Só por hoje e para sempre – Diário do recomeço, Renato Russo, Perfeccionista e exigente em todas as etapas de seu processo criativo, da composição à execução diante do público, o homem que estava à frente da Legião Urbana — uma das bandas de maior sucesso na história da música brasileira — encarou com a mesma obstinação o Programa dos Doze Passos oferecido pela clínica, seguindo à risca os exercícios terapêuticos de escrita propostos. É esse material inédito que vem à tona depois de mais de vinte anos em Só por hoje e para sempre, atendendo ao desejo do autor de ter sua obra publicada postumamente. Entremeando as memórias de Renato com passagens de autoanálise e um olhar esperançoso para o futuro, esse relato oferece a seus fãs, além de valioso documento histórico, um contato íntimo com o artista e um exemplo decisivo de superação.


Mate minha mãe, Jules Feiffer, Somando-se a uma carreira lendária que inclui um Pulitzer, um Oscar, um Obie e outras homenagens da National Cartoonist Society e do Writers Guild of America, Jules Feiffer apresenta agora sua primeira graphic novel. Mate minha mãe é uma vibrante celebração do cinema noir e dos quadrinhos que embalaram sua juventude. Bebendo de Spirit — HQ em que Will Eisner trabalhou nos anos 1940 —, nas obras de Hammett, Chandler, Cain, John Huston e Billy Wilder, e ainda repleto do humor rápido de Feiffer, o livro conta a história de cinco mulheres formidáveis ligadas fatalmente por um detetive decadente e beberrão. Nesta graphic novel, Feiffer injeta energia e vitalidade no gênero.
O livro de atividades do Snoopy, de Charles M. Schultz, O Snoopy, o Charlie Brown e toda a gangue estão de volta! Mas, neste livro de adesivos e atividades, a turma vai ganhar um novo membro: o pequeno leitor, que terá de resolver passatempos, jogos de tabuleiro, quebra-cabeças e muito mais!

2leep.com

7 comentários:

  1. flor, que interessantes os lançamentos! aliás de serem em quantidade significativa qualitativamente também deve agradar
    felicidadeemlivros.blogspot.com.br/2015/08/resenha-voz-do-arqueiro_28.html

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  2. Os lançamentos estão bem variados e super interessante. Já fique de olho em muitos.
    Beijos.

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  3. Oi Cida
    A Garota na teia de aranha, acredito eu, tem sido uma aposta alta da editora, pelo que vejo nas redes sociais. Eu mais que curiosa. Além desse, eu queria ler Só por hoje e para sempre que tem sido mito elogiado, e eu adoro o Renato Russo.

    livrosvamosdevoralos.blogspot.com.br

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  4. Cida!
    Nossa! Quantos lançamentos infantis, bem interessante.
    O que mais me chamou atenção foi: Só por hoje Renato Russo para sempre e O caso de Saint-Fiacre, gosto demais do autor.
    “A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda.”(Oliver Goldsmith)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
    Participem do nosso Top Comentarista!

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  5. Oláá!

    Adorei os lançamentos em geral, mas destaque merecido para o quarto livro do Stieg Larsson, que apesar de não ter lido, admiro só pelo que as pessoas falam da trilogia, que agora ganhou um novo volume, depois de muito tempo. E a historinha da turma da monica parece bem legal também. Achei foooofo demais o livro do snoopy *-*
    E quero muito essa graphic novel "Mate Minha Mãe" que parece ser top demais, apenas quero!

    Companhia das letras arrasando como sempre! Beijo!

    http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/

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  6. "Mônica é daltônica" me chamou muita atenção, tanto pelo tema abordado quanto pelo fato de ser fã do Maurício de Sousa. Já quero esse para mim!

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  7. Que edição bacana do Pequeno Príncipe, lindona!!!
    Aii to gamada nesse Diário do Renato Russo, não sou superfã dele, mas gosto de algumas músicas e as entrevistas que assisti dele, amei, achei ele muito inteligente e simpático.
    Ainda quero ler a série Millennium, dizem que ela é fulminante!!
    bjos

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