[Resenha] De Coração Para Coração

De Coração Para Coração
Título Original: Heart to Heart
Autor(a): Lurlene McDaniel
Editora: Novo Conceito     Páginas: 208
Lançamento: 2013     ISBN: 9788581633138
Elowyn e Kassey são grandes amigas, que dividem tudo. Mas uma coisa Elowyn não contou para Kassey: ao tirar a carteira de motorista, ela marcou a opção “doadora de órgãos”. Kassey descobre esse detalhe da vida da amiga da maneira mais trágica – quando o desejo de Elowyn está prestes a ser atendido. Arabeth nunca teve a sorte de ter uma melhor amiga. Com o coração doente, ela leva uma vida protegida de tudo e de todos. Até que, aos 16 anos, recebe o telefonema que tanto esperava — mas inicialmente ela e sua mãe não sabem a quem devem agradecer. Quando os mundos dessas três meninas e de suas famílias se cruzam, suas vidas se transformam de maneira nunca imaginada. Kassey, especialmente, encara os fatos como uma forma de manter viva a memória de sua querida amiga. Ela passa a compartilhar da nova vida de Arabeth, ao mesmo tempo em que ajuda a aliviar o sofrimento da família de Elowyn e a compreender a sua própria dor.

Kassey sempre sentiu falta de uma família completa, ela morava apenas com a mãe, já que o pai havia deixado as duas para trás quando ela era bem pequena e ao conhecer Elowyn e seus pais excessivamente amorosos, ele experimentou o gostinho de ter um pai presente. Bem recebida na casa e na vida da amiga, Kassey passou a considerar ali o seu novo lar e a viver praticamente todos os seus momentos com Elowyn. Esta amizade foi amadurecendo junto com as meninas, elas descobriram a passagem da infância para a adolescência juntas, fazendo então planos para a entrada na vida adulta. Claro que nem sempre tudo foram flores, Elowyn acabou conhecendo um rapaz e namorando antes de Kassey, desta forma a amizade perdeu um pouco da força, mas não ao ponto de esmorecer, mas de uma forma ou de outras, elas ainda eram  muito ligadas, até o dia que um grave acidente de carro tirou a vida de El e Kassey viu-se desamparada, sem a melhor amiga.

Mas poderia mesmo após a morte, Elowyn permanecer entre aqueles que a amavam? Bem, pelo visto quando seus órgãos foram doados, a pessoa que recebeu seu coração, acabou recebendo também seus sentimentos e lembranças.

Quando eu solicitei este livro eu imaginei uma história para chorar, a premissa promete isso, apresentando uma amizade forte, luto e muito drama, e embora eu tenha encontrado todos estes elementos no livro, confesso que não fiquei emocionada como imaginei que ficaria.

A história e narrada em primeira pessoa por Kassey na primeira parte do livro, e alternada nas duas partes seguintes entre ela e Arabeth, a garota que recebeu o coração de Elowyn. A primeira parte é onde conhecemos o começo da amizade de Kassey e Elowyn, como foram os anos que fortaleceram este laço e um pouco do jeito das meninas. É uma passagem rápida, que fecha com a partida de El. Não é um acontecimento surpreendente e nem que considerei impactante, já que pela sinopse você sabe que ela vai morrer e a autora não prendeu-se por muito tempo na tragédia, então eu acabei não sentindo muito pelo ocorrido.

Não foi somente esta cena que a autora deixou de aprofundar-se, na verdade todo a história não tem profundidade, e isso foi algo que senti muita falta, por ser um livro de drama, eu queria muito foco em sentimentos, em reações e sensações. Eu queria sentir o mesmo que os personagens, compartilhar de sua dor e perda, e pelo lado mais alegre, a amizade das meninas.

Daí em diante temos as outras duas partes do livro, a segunda que mostra Arabeth recebendo o coração e sentindo a grande mudança em si e em sua vida, e a terceira que une todos os personagens tentando ajeitar as coisas depois de tantas mudanças e seguindo em frente.

Ficou claro que o foco maior era mesmo a “memória celular”, que trata da ideia de que nossas células guardam nossas memórias, e assim, no caso de um transplante de órgãos, o receptor herda isso do doador. Foi o que aconteceu com Arabeth, ela recebeu o coração de El e adquiriu muito da personalidade da menina, quando ocorreu um encontro de sua família, com a de El e seus amigos, estas pessoas começaram a acreditar ver a menina morta, ou melhor dizendo, traços dela em Arabeth. Isso gerou muita confusão e desconforto para ambos os lados, e Arabeth chegou ao ponto de não saber se gostavam dela ou da sua doadora.

Eu sinceramente não acredito nesta ideia, é algo que gera estudos e sei que muitos acreditam, mas eu não. Nem dentro da ficção eu comprei este conceito, mas eu acredito que as pessoas sejam capazes de ver o ente querido perdido na pessoa que recebeu um de seus órgãos, isso eu não duvido, já que a vontade de ter quem ama de volta pode ser tão grande, que engana a própria razão. Não acho legal o contato entre as partes, ao meu ver atrasa o processo de superar o luto.

Mas se tem algo que eu gostei, foi a autora mostrar como é a vida de uma pessoas que precisa de uma doação, isso nos leva a enxergar que a doação de órgãos é um gesto muito nobre e corajoso. Ver como era a vida de Arabeth antes e vê-la depois da recuperação é lindo, é como ver alguém renascer. É um belo incentivo para todos nós.

Arabeth foi minha personagem preferida, ela é muito madura e aprendeu cedo a dar valor a vida. Essa menina surpreende muito. Ela sofreu demais, mas nem por isso tornou-se vítima da situação, ao contrário, deixou as lamentações de lado e quis viver plenamente. Queria ser feliz, ter amigos e ser amada. Adorei a forma como tratou Kassey, essa sim ficava com lamentações e nem tinha motivos para isso. Pelo menos no final aprendeu algo com Arabeth.

Em suma é um livro que mesmo tratando de assuntos sérios, traz isso de maneira leve. Vejo que vai cair como uma luva para a meninada, que não está afim de ler algo para ficar desidratado de tanto chorar, mas mesmo assim gostaria de conhecer uma história muito real, que aborda temas do cotidiano como luto, amizades, relações familiares e superação. É legal, mas no meu caso, acredito que faltou um maior trabalho de detalhes e aprofundamento, eu queria ter caído em lágrimas, sentido emoção, queria algo mais forte e intenso.

Leitura rápida, para uma tarde chuvosa e espero que leiam e tirem suas conclusões.


2leep.com

36 comentários:

  1. Oi Cida!
    Olha que interessante: eu não solicitei esse livro justamente por acreditar que iria me debulhar em lágrimas e meu coraçãozinho não é muito chegado aos dramas. Concordo com você que essa ideia de que a pessoa que recebe o órgão adquire os sentimentos do doador é estranha, então acho que sobre esse aspecto o livro também não funcionaria pra mim.
    Beijos... Elis Culceag. * Arquivo Passional *

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  2. Oi linda! Gostei muito de sua resenha, nem sempre quero me debulhar em lagrimas sobre um livro, os filmes já fazem isso muito bem! Eu gosto de textos com profundidade, detalhes, sensações. Mas vou anotar a dica para quando eu quiser algo mais leve, talvez com essa ideia eu goste mais, já tendo uma visão do que encontrarei. Eu também não acredito que um órgão possa transferir para a outra pessoa tantas coisas tão unicas. Mas é fato que nosso cérebro as vezes tenta cooperar ao invés de nos ajudar a sofrer e tenta aplacar a dor, nos fazendo ver além da razão
    um abraço!
    Pan
    http://pansmind.blogspot.com.br

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    1. Muitas pessoas acreditam e eu respeito, mas não é meu caso, eu acho complicado um órgão carregar a alma, é apenas um órgão.

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  3. Uma pena o livro não ser tudo aquilo que você esperava, já que pela sinopse ele parece ser realmente emocionante. Espero lê-lo em breve e não me decepcionar.

    *bye*

    http://loucaporromances.blogspot.com.br/

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    1. OI Marla! Não deu certo comigo, mas acho legal você ler, pode ser que sinta algo diferente.

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  4. nossa Cida, eu também pensei que a pegada do livro era outra, bem estilo lágrimas nos olhos...
    olha, eu ainda quero ler, me apaixonei a primeira vista pelo livro, mas é muito triste quando uma história que tem tudo pra dar certo, mas que por falta de elementos que o subsidiem fica meio sme graça
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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    1. Oi Thaila! Algumas pessoas acharam emocionante, no meu caso precisava ser algo mais forte, mas quem sabe com você os sentimentos sejam outros. É que sou bem daquele estilo de drama como A guardiã de minha irmã.

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  5. Oi Cida!
    Eu também não acredito que o órgão de outra pessoa possa influenciar na personalidade, mas na ficção tudo bem... Apesar disso, a história não me atraiu, parece ser muito triste.

    Beijos,
    Sora - Meu Jardim de Livros

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  6. Oi Cida,
    O livro tem uma premissa interessante e pena que não faz chorar, porém apresenta um tema super importante, principalmente, porque tenho uma pessoa na minha família esperando por transplante.
    Gostaria de ler.
    bjs

    http://entrepaginasesonhos.blogspot.com.br/

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  7. Oi Cida, amei a sua resenha, mas fiquei muito triste por não ser tudo aquilo que imaginávamos. Estava apostando na história, em razão da premissa, e as expectativas que criei foram as mesmas que as suas.. então, sei lá.. acho que vou deixar para lá.. tenho tantos livros legais para ler. Valeu pela sinceridade. Beijos, Mi

    www.recantodami.com

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  8. Essa primeira parte do livro é definitivamente para o leitor se apegar as duas personagens e assim quando El morrer nós morrermos de chorar!
    Só de ler esse pequeno resumo eu senti um arrepio, mas você falou que não ficou emocionada como achou que aconteceria, então acho que o livro não deve ser isso tudo ao qual você passou no pequeno resumo dos acontecimentos.
    Bem, como eu sou uma pessoa muito emotiva talvez eu acabe me emocionado, porém eu estou correndo longe de livros ao qual os personagens que eu me apego morrem, esse ano li livros de mais assim, chorei mais do que o ano passado auhsauhsau

    http://worldbehindmywall.fanzoom.net/

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  9. Quando eu vi esse livro nos lançamentos da Novo Conceito e li a sinopse, eu também achei que seria
    um daqueles de chorar horrores! hahaha
    Lendo a resenha eu percebi que as coisas acontecem diferentes do que imaginei, mas continuo interessada nele por tudo o que você mencionou sobre a personagem Arabeth. Eu gosto de personagens como ela, que mesmo com algum tipo de dificuldade conseguem ser fortes e nos ensinar tantas coisas boas. Gostei também do livro nos mostrar um pouco como é a vida de uma pessoa que precisa de doação de órgãos, nunca li um livro que falava sobre isso, que pra mim é um gesto muito especial!

    Beijos.
    http://viciosemtres.blogspot.com.br/

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    1. Oi Fê! Vale a pena ler sim, sentimentos e sensações são coisas muito pessoais, e quem sabe você não derrama muitas lágrimas. Rs.

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  10. Oie Cida
    que alivio ler sua resenha sobre o livro, pois eu fiquei em dúvida de solicitar, e que bom que não o fiz. A premissa até era interessante, mas que pena que não teve profundidade.
    bjos
    www.mybooklit.com

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  11. Oi Cida!
    Achei meio fantasioso, mas eu curto isso.
    Acho que curtiria ler essa história e me emocionaria, por que fiz operação cardíaca quando novinha.
    Curti a resenha realista e vou dar uma diminuída nas expectativas :)

    Beijos,
    http://www.segredosentreamigas.com.br/

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    1. Sério? Eu nunca passei por cirurgia nenhuma, então não posso dizer que sei como é estar nesta situação, no seu caso pode acontecer uma maior empatia.

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  12. Oi Cida!
    Pela sinopse do livro eu acreditei que fosse um livro dramático, mas ao ler a r esenha percebi que apesar do tema é bem leve, você deixou isso muito claro. Eu gostaria da idéia de ler, já que sou uma das adeptas de doação de orgãos, acho uma atitude linda, na verdade acho todas as atitudes de tentar ajudar alguém lindas.
    Adorei a resenha.

    Beijos da Lua!
    www.tyciahadiresenhas.blogspot.com

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  13. Ah que pena!!
    Eu queria mesmo era desidratar de tanto chorar que nem você sugeriu, rs.
    A premissa é boa, pena que a autora não entrou muito na história, não mergulhou.
    Bom, vou ler, depois te conto o que achei.

    Bjkas

    Lelê Tapias
    http://topensandoemler.blogspot.com.br/

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    1. Conta sim, quero saber como será sua experiência.

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  14. Oi Cida, tudo bem?
    Eu pensei duas vezes se pedia ou não esse livro, e acabei decidindo por não pedir por ter passado por uma situação parecida na minha família, mas infelizmente o meu tio não teve a mesmo sorte que Arabeth. Enfim, é complicado discorrer a respeito, mas achei a proposta da autora muito válida, mesmo não lendo. A doação de órgãos é algo lindo e que deve com certeza ser incentivado. Também não acredito em memória celular, e no geral, o que aconteceu nessa história, não acontece na vida real, só em casos que se tornam público e que são raros, pois quem recebe não faz ideia de quem doa, e quem doa não sabe pra onde vai, e eu confesso que acho que é melhor ser assim.
    Abraços,
    Amanda Almeida
    Você é o que lê

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    1. Amanda é uma ideia ousada e acredito que muitas pessoas levem isso muito a sério, mas no livro rendeu uma saia justa, a mãe de Arabeth ficou incomodada com a presença constante da a outra família na vida dela, mesmo a gratidão não amenizou a situação.

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  15. Que livro lindo. quero ler.
    Nome de seguidora: Miriam Guiraldelli

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  16. Não sei se fico feliz ou triste com a sua resenha.
    Quando li a sinopse pensei a mesma coisa que você. E eu queria isso, um livro emocionante!
    Por outro lado, sei que não estou no momento de ler um livro tao forte assim, então essa falta de profundidade pode cair melhor nesse momento. Aii, não sei o que pensar! hahah
    Com relação a isso de memoria celular, não sei se acredito. E acho que, dependendo da forma como foi abordada, isso pode estragar o livro!
    Enfim, adorei sua resenha.. foi bom para eu não ir com a expectativa lá em cima..
    Mas vou ter que ler para saber o que pensar dele rsrs

    Beeijos, Dreeh.
    Blog Mais que Livros

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  17. Oi Cida!

    Eu entendo bem o que quer dizer com a profundidade do livro. Eu penso que não gosto muito de dramas assim, mas acho também que eu me engano com isso. Se é para ser triste, bonito, que seja mesmo! Uma coisa mais superficial não passa tanta veracidade. E que bom que o livro passa algo de tão lindo, como a recuperação de Arabeth. Concordo com você, acho que esse contato de quem recebe o órgão com a família doadora, é até válido, mas somente o contato. Convivência pode mesmo ser difícil demais.

    Beijos,

    Marcelle
    www.bestherapy.net

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  18. Esse livro não me chamou a atenção. Não sei porque, algo me dizia para não solicitá-lo. E depois da sua resenha não me arrependo. Estava com expectativas semelhantes, então foi até bom, não me decepcionarei. É triste quando isso acontece.

    Beijos,
    Myris
    http://www.nacabeceiradacama.com.br

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  19. Oi Cida!
    Hm... Ainda bem que não solicitei este livro.
    Assim como você, acreditava que este livro fosse BEM dramático, triste e que me deixaria muito emocionado. E como no momento em que era para solicitá-lo, eu estava meio down, nem me interessei. Provavelmente, eu me decepcionaria com o livro. E eu acho incômodo quando um autor aprofunda-se de forma devida sua história. É uma pena que isso tenha acontecido.
    Parabéns pela resenha!
    Abraço!

    "Palavras ao Vento..."
    www.leandro-de-lira.com

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  20. Acho que Arabeth me conquistaria também! Gosto de personagens assim...
    Odeio as que ficam se fazendo de coitada!

    Já disse que amo suas resenhas? Acho tão bem escritas e estruturadas!
    Vc ta de super parabens :D

    Beijos, Paula
    http://www.interacaoliteraria.com

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  21. Oi Cida,
    menina eu já nem solicitei o livro, tb pensei que seria um livro cheio de dramas e fico feliz em ler sua resenha e saber que realmente não iria gostar do livro rsrsr

    bjos

    http://blog.vanessasueroz.com.br

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  22. É a primeira resenha que leio sobre o livro e confesso que fiquei com bastante dúvida em relação a esta temática, pois achei um tema diferente, mas não sei se me agradaria ler...Quem sabe eu mude de ideia mais adiante...
    Mas parabéns pela resenha =)
    Beijos!!

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  23. Oi Cida pelo jeito agi certo em não pedir esse livro a editora. Pela sinopse achei que seria uma história emocionante, assim como você, mas no fundo senti que não seria uma boa leitura.
    Essa coisa de memória celular é bem interessante, mas eu também não consigo comprar a ideia. Apesar do tema interesse não é um livro que eu leria principalmente depois da sua resenha.

    Beijos
    Caline
    mundo-de-papel1.blogspot.com.br

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  24. Nossa, me interessei muito pelo livro! Só que, quando eu for ler, com certeza não vou com tanta sede ao pote, pra não decepcionar no fim... haha

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  25. Oi!
    Eu jurava que eu iria chorar e fiquei meio decepcionada por não ter o aprofundamento da trama. Eu também não acredito nessa de memória celular. Eu esperava mais do livro e acho que não lerei.
    bjs

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  26. Oi!
    Eu jurava que eu iria chorar e fiquei meio decepcionada por não ter o aprofundamento da trama. Eu também não acredito nessa de memória celular. Eu esperava mais do livro e acho que não lerei.
    bjs

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  27. Muito criativa a capa do livro, adorei os corações com as digitais. Não tinha ouvido falar desse livro, mais me interessei bastante por ele. Certamente ele entrou para a minha lista.

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  28. Oie amiga
    Mesmo tendo uma história tão emocionante provavelmente eu não me encantaria, porque gosto de detalhes e de se mostrados os sentimentos de uma forma intensa, que me faça chorar e rever meus conceitos.
    Arabeth parece ser a única que me encantaria, deve ser muito emocionante toda a superação dela.
    Parabéns pela resenha.

    Jéssica
    www.leitorasempre.com

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Um grande beijo!